GMV impulsiona a transformação digital das empresas de Aragão

A GMV junta-se à aposta do Governo de Aragão para impulsionar a transformação digital das empresas regionais no portal Aragón Industria 4.0

A GMV junta-se à decidida aposta do Governo de Aragão para impulsionar a transformação digital das empresas regionais, facultando o seu conhecimento e experiência no portal Aragón Industria 4.0.

Tal como assinalou Ángel Gavín, Delegado da GMV em Aragão, “o tecido produtivo aragonês conta com empresas inovadoras que viram uma oportunidade no desafio de transformar os seus processos e procedimentos em direção ao mundo digital”. Por isso, a web “Aragón Industria 4.0”, impulsionada pelo Departamento de Economia, Indústria e Emprego e dirigida pelo Instituto Tecnológico de Aragão (ITAINNOVA) “constitui uma excelente plataforma com que fornecedores, governo e empresas podem trabalhar conjuntamente para posicionar a nossa região como locomotiva da transformação digital em Espanha”.

A experiência da GMV nas áreas de robótica e simulação deve ir procurar-se às origens da empresa quando foi constituída para liderar projetos aerospaciais. Ao longo de mais de 36 anos de existência evoluiu e aplicou os seus conhecimentos juntamente com outros, tais como o Big Data, a Cibersegurança, a Analítica Avançada ou a Inteligência Artificial em novos cenários como a Indústria 4.0.

A solvência da empresa foi reconhecida pelo governo regional, que a incorporou como empresa habilitadora no portal “Aragón Industria 4.0”. Nas palavras de Gavín, “o nosso objetivo consiste em partilhar o conhecimento da empresa, tanto nas áreas em que trabalhamos há muitos anos, como em projetos recentes que estamos a liderar no âmbito da Indústria 4.0, como é o caso de Productio, para que a indústria aragonesa figure entre os primeiros lugares do novo modelo industrial”.

PRODUCTIO, I+D para a indústria nacional

O projeto PROductivity InDUstrial EnhanCement through enabling TechnlOgies (PRODUCTIO), coordenado pela GMV e financiado pelo Centro para o Desenvolvimento Tecnológico Industrial (CDTI) no marco do Programa Estratégico de Consórcios de Investigação Empresarial Nacional (CIEN) para grandes projetos de investigação industrial e de desenvolvimento experimental, nas palavras de Ángel Gavín, tem como objetivo “investigar sobre diversas tecnologias, técnicas, ferramentas, metodologias e conhecimentos orientados para aumentar a capacidade operativa dos processos industriais (Overall Equipment Efficiency – OEE) no contexto da indústria conetada”. Conforme explica o dirigente, “permitirá a adopção de soluções produtivas e de manutenção na indústria conectada, facilitando a confiança digital por meio de novas abordagens de segurança. 

Constituído como Consórcio de I+D nacional, multisetorial e multidisciplinar, formado por sete empresas industriais (PMEs e grandes empresas) e pela tecnológica GMV, tem como fim último incrementar a produtividade e a competitividade da indústria espanhola. Para isso, a GONVARRI investigará sobre novas tecnologias que melhorem os processos de manutenção industrial, apostando na antecipação das anomalias e falhas para reduzir os tempos de paragem e aumentar a disponibilidade das suas máquinas. Por seu lado, a FAGOR ARRASATE, investigará sobre técnicas de inteligência artificial em manutenção preditiva das instalações de linha blanking. A HIPERBARIC investigará sobre manutenção preditiva e assistida para monitorizar e manter o seu parque de máquinas distribuídas pelo mundo. A FAE investigará sobre tecnologias inovadoras de fabrico, relacionadas com a indústria conetada e que apoiem a tomada de decisões na fase de produção e manutenção. Com vários reptos tecnológicos, a ZENER procurará antecipar de forma fiável o momento em que irão ocorrer falhas nos seus sistemas de elevação e melhorar o nível de eficiência global do processo industrial utilizando ferramentas analíticas sob o paradigma do Big Data. As INDÚSTRIAS PUIGJANER (DENN, pequena empresa) gerará conhecimentos para converter as suas máquinas-ferramentas em sistemas ciberfísicos que permitam melhorar aspetos de fiabilidade, rendimento, disponibilidade, produtividade e qualidade. Finalmente, a TECNOMATRIX (pequena empresa) investigará sobre tecnologias que permitam assegurar a integridade dos dados dos sensores e evitar a sua utilização fraudulenta.