Home Comunicação Notícias Back New search Date Min Max Any contentArtigoPress release Aeronáutica Setor Automóvel Corporativo Cibersegurança Defesa e Segurança Financeiro Saúde Indústria Sistemas inteligentes de transporte Serviços públicos digitais Serviços Espaço Espaço O programa Galileo cruza o Equador 18/11/2016 Share A bordo de um foguete Ariane 5, foram lançados com êxito, no passado dia 17, às 13h06 GMT (14h06 CET, 10h06 hora local), os satélites Galileo 15, 16, 17 e 18, a partir do porto espacial de Europeu na Guiana Francesa. Com este lançamento, o sistema de navegação por satélite Galileo, já tem dezoito satélites em órbita. Com o lançamento de quatro novos satélites, Galileo cruzou o seu próprio equador: uma vez em órbita e após o processo de validação, ficará operacional um total de 18 satélites, o que constitui mais de metade da constelação nominal. A GMV tem um papel determinante no desenvolvimento de muitos elementos-chave de Galileo. Além destas actividades de Sistema e consciente da sua posição como actor global na comunidade GNSS, a GMV apostou sempre no desenvolvimento de aplicações de utilizador para explorar a valiosa infra-estrutura que tem ajudado a construir. Como resultado disso, foram aparecendo ao longo dos anos numerosos produtos GNSS. Embora inicialmente desenvolvidos para os sistemas tradicionais (GPS e GLONASS), muitos estão a evoluir, demonstrando os resultados que Galileo já não é um sonho mas uma reconfortante realidade.Eis um exemplo entre os muitos possíveis: srx-10, o receptor software GNSS da GMV, foi actualizado para Galileo. O srx-10 foi inicialmente desenvolvido para o processamento integral de sinais GPS e GLONASS, desde as provas digitais ao posicionamento final, incluindo todas as etapas intermédias: aquisição e seguimento (com base em correlações software), geração de observáveis, descodificação de mensagens, etc. O desenvolvimento do srx-10 guiou-se por três directrizes principais: eficiência computacional, que permitirá a utilização de processadores de baixa gama, com muito menos potência que a de um computador; robustez, tirando o receptor do laboratório e submetendo-o a condições de dificuldade em campanhas exaustivas nos ambientes mais hostis (desfiladeiros urbanos); por último, a modularidade e redimensionamento para suavizar o caminho à evolução de outros Sistemas GNSS, mantendo a experiência prévia acumulada. Fiel a este propósito, o srx-10 comportou-se como um produto potente e flexível que permitiu a sua actualização para Galileo de forma natural e suave.O posicionamento autónomo com Galileo é possível sempre que o receptor veja um mínimo de quatro satélites, o que, com os satélites actualmente disponíveis, já ocorre com frequência. A figura mostra o posicionamento com srx-10 nas instalações da GMV, utilizando apenas quatro satélites Galileo. A chegada de quatro novos satélites aumentará a disponibilidade de Galileo e, em consequência, melhorará as capacidades de posicionamento. Em qualquer caso, no modo de multi-constelação, os satélites Galileo actualmente disponíveis incluem já um complemento muito valioso que melhora as prestações globais de GNSS em ambientes difíceis. Share Related Espaço News Bucareste acolhe uma nova edição da BSDA com a participação da GMV Espaço EU Space Days 2026 26 May - 27 May AeronáuticaDefesa e SegurançaEspaçoCibersegurança AED Days 2026 27 May - 29 May