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A Hera completa com êxito uma das manobras-chave na sua trajetória rumo ao sistema Didymos

19/03/2026
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A missão Hera, da Agência Espacial Europeia (ESA), completou com êxito, em fevereiro, uma série de manobras no espaço profundo (deep space manoeuvre ou DSM), um marco determinante na sua trajetória rumo ao sistema binário de asteroides Didymos, ao qual deverá chegar em novembro de 2026. Esta operação permitiu ajustar a trajetória da nave, garantindo a interceção do asteroide no final deste ano, antecipando inclusive a chegada inicialmente prevista.

A DSM é uma manobra propulsiva realizada quando a nave já se encontra afastada da Terra, em plena trajetória interplanetária. Trata-se de uma técnica avançada de controlo de trajetória e navegação, utilizada para refinar o rumo da nave e assegurar que o destino é alcançado com a máxima precisão. No caso da Hera, esta correção é essencial não só para garantir a chegada ao sistema Didymos, mas também para antecipar o encontro, permitindo prolongar a duração útil da missão.

Para assegurar a máxima precisão na execução, a manobra foi dividida em duas fases. A primeira teve lugar no dia 12 de fevereiro e, com uma duração aproximada de uma hora, realizou a maior parte da correção prevista. Nos dias seguintes, as equipas de operações e de dinâmica de voo em terra reconstruíram a trajetória com elevada exatidão, recorrendo a técnicas avançadas de navegação no espaço profundo, e ajustaram a manobra de correção subsequente para atingir níveis de precisão extremamente elevados, tendo em conta a grande distância à Terra.

Lançada em outubro de 2024, a missão conta com uma participação relevante da GMV, que lidera um consórcio industrial internacional e é responsável pela conceção e desenvolvimento do sistema de orientação, navegação e controlo (GNC), bem como pela análise de missão nas proximidades dos asteroides-alvo. Adicionalmente, a GMV colabora com o CNES (Centre National d’Études Spatiales), em Toulouse, no desenvolvimento do CubeSat Flight Dynamics and Science Operations Centre, que será responsável pelo controlo, planeamento e execução das operações dos CubeSats da Hera, incluindo o Juventas. A GMV participou também no desenvolvimento do simulador operacional da missão e no apoio ao centro de controlo.

Após a execução desta manobra, a equipa da Hera irá realizar a maior campanha de validação de operações em torno de um asteroide, com o objetivo de verificar com elevado rigor todos os procedimentos que serão executados durante a missão, garantindo o cumprimento dos seus exigentes objetivos científicos. Para este efeito, especialistas da GMV irão deslocar-se ao Centro Europeu de Operações Espaciais (ESOC) da ESA, em Darmstadt (Alemanha), onde apoiarão presencialmente a equipa da missão na execução dos testes operacionais. A sua participação é fundamental para assegurar o correto desempenho do sistema GNC e a validação dos parâmetros de navegação na proximidade do asteroide.

A missão Hera representa um passo decisivo no domínio da defesa planetária, ao estudar em detalhe os efeitos do impacto cinético realizado previamente pela missão DART, da NASA. Em paralelo, irá fornecer dados científicos de grande valor sobre a formação e evolução dos asteroides e, por extensão, do sistema solar. Com esta manobra concluída com sucesso, a Hera prossegue a sua jornada interplanetária, consolidando o plano de voo rumo a um dos objetivos mais ambiciosos da exploração espacial europeia.

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