GMV fornece segmento terrestre da nova geração de satélites da Hispasat

A GMV assinou uma série de contratos com a Hispasat para o fornecimento do segmento terrestre destinado ao Amazonas Nexus, o satélite que irá substituir o Amazonas 2 na posição orbital 61º Oeste e expandir as suas capacidades. O projecto inclui o fornecimento do centro de controlo e do sistema de dinâmica de voo, a instalação de nova estação terrestre no Rio de Janeiro para o satélite Amazonas Nexus, um novo sistema de localização e seguimento de satélite, vários equipamentos terrestres e um novo sistema de gestão e controlo para todas as estações terrestres que controlam a frota da Hispasat.

Amazonas Nexus

Amazonas Nexus inaugura a nova geração de satélites Hispasat e permitirá o acesso a novos clientes e mercados, fornecendo serviços de mobilidade de alta capacidade nos sectores do transporte aéreo e marítimo, entre outros. Também continuará a prestar serviço aos actuais clientes da Hispasat utilizando as capacidades do Amazonas 2. O novo satélite terá cobertura sobre todo o continente americano, corredores do Atlântico Norte e do Atlântico Sul (áreas de elevado tráfego aéreo e marítimo) e Gronelândia, prestando serviços de telecomunicações de banda Ku de última geração. Incorpora também capacidade de banda Ka para optimizar as comunicações entre gateways e o satélite, o que multiplicará a capacidade total a bordo disponível para uso comercial, melhorando assim consideravelmente o custo unitário da capacidade em comparação com os satélites tradicionais.

O projecto recentemente adjudicado baseia-se na vasta experiência que tem a GMV no fornecimento deste tipo de sistemas baseados na sua linha de produtos operacionais. Cumpre aqui fazer especial menção ao produto Hifly para processamento de telemetria e telecomando em tempo real, assim como ao sistema de dinâmica de voo FocusSuite. Outros produtos GMV estão também a ser fornecidos, tais como o Magnet, para gestão e controlo de estações terrestres.

O projecto inclui também, além de nova estação terrestre, a instalação nos centros de controlo de Arganda del Rey, Tres Cantos, Maspalomas e Rio de Janeiro, a implantação de nova rede de equipamentos responsáveis pela geração das referências de tempo e frequência e também a integração de novos equipamentos de «banda base».