GMV partilha a sua experiência em Cibersegurança Industrial

Javier Zubieta partilha a experiência da GMV na Cibersegurança Industrial

Os ciberataques estão a aumentar e vêm para ficar. Neste cenário sabe-se que o nosso país será claramente um objectivo, tanto a nível de empresas como de instituições e governo. Por isso, os profissionais da indústria reconheceram na Jornada de "Segurança na Indústria 360" que estão a investir em Cibersegurança e a modificar a sua estratégia para evitar possíveis riscos.

Os meios de comunicação “Seguritecnia”, “Red Seguridad” e “Formación de Seguridad Laboral”, juntamente com o Centro de Ciberseguridad Industrial (CCI), organizaram esta jornada dirigida à indústria onde se tratou da segurança sob uma perspectiva lógica, física e laboral.

"Por fim há consciencialização, há orçamentos, há percepção da falta de protecção em face dos riscos cibernéticos e há uma legislação que está a apoiar", conforme resumiu Javier Zubieta, Responsável pelo Desenvolvimento de Cibersegurança na GMV Secure e-Solutions ao definir o empurrão que está a levar a Cibersegurança na chamada Indústria 4.0.

Durante a sua comunicação, Zubieta expôs claramente os riscos que envolve este acesso da Indústria à Internet com exemplos como a Botnet Mirai, que em fins do ano passado utilizou a força de um milhão de câmaras IP para bombardear um fornecedor de serviços, afectando gigantes como Twitter ou Amazon, ou a campanha de vírus Ransomware que afectou recentemente a reputação de uma das principais empresas eléctricas espanholas.

Equipe da GMV na Jornada de Segurança da Indústria 360

"É necessário elevar o nível da Cibersegurança Industrial, assim como o nível de protecção das informações", assegurou Zubieta, recordando que agora mesmo a Cibersegurança Industrial padece de "sistemas antigos que não trabalham com as últimas versões, onde o fabricante tem muito peso e o cliente não é autónomo para tomar decisões".

Durante o resto da jornada os peritos trataram de temas como a importância de ter um responsável pela Cibersegurança (alguém que analise e faça a gestão dos riscos), a necessidade de uma estratégia de prevenção de riscos e a nova directiva europeia NIS (que se aplica aos serviços essenciais e fornecedores de serviços digitais).